sábado, 8 de janeiro de 2011

Educação pré-escolar




Educação pré-escolar


Tatiana aparecida Vieira Silva

Unaí - mg
2010




1 Introdução

A educação pré-escolar começa na maternidade e se estende até os 6 anos de idade.
A pré-escolar tem vários fatores importantes na vida da criança que há muito tempo vêm sendo discutido, um deles é o desenvolvimento social que deve começar nos primeiros anos de vida da criança.
Este trabalho foi elaborado destacando os seguintes aspectos, conceito de educação pré-escolar, importância da educação pré-escolar e objetivo da educação pré-escolar.

2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

2.1 A educação pré-escolar

Segundo Drouet, p25, a educação pré-escolar é a que se estende desole o nascimento até a entrada para a escola obrigatória.
“Na medida em que se credita a educação um poder de construção do homem criador e produtor e de organização social, pensa-se nessa educação como meio necessário e indefinível para todos os indivíduos”. (DIDONET, vital. 1980, p.9-10)

2.2 Importância da educação pré-escolar

“Ao examinarmos a evolução da educação pré-escolar através dos tempos verificamos que, embora as suas finalidades e objetivos fossem mudando com as novas solicitações de uma sociedade em transformação, ela sempre se mostrará necessária.” (DROUET, 1995, p.45)
“A construção do conhecimento pela humanidade, a evolução do pensamento cientifico e, de forma semelhante, o pensamento da criança, progridem impulsionados por necessidades e interesses surgidos dos desafios adaptativos nas mais variadas situações da vida”. (BORGES, 1994, p. 17)

2.3 Objetivos da educação pré-escolar

Segundo Didonet, 1980, p. 49, o objetivo da educação pré-escolar é o desenvolvimento global e harmônico da criança.
“Com poucas exceções, todos os paises atribuem vários objetivos à educação pré-escolar, o que de uma forma indireta é uma prova da necessidade de organização dessa fase da eduação infantil.” (DROUET, 1995, p. 27)
  
3 CONCLUSÃO

Após as análises feitas, conclui-se que a educação pré-escolar é essencial na vida da criança, desde os primeiros anos de vida até os 6 anos de idade, contribuindo para o desenvolvimento social e emocional da criança.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

DROUET, Ruth Caribé da Rocha. Fundamentos da educação pré-escolar. Editora Ática S.A., São Paulo, 1995.
BORGES, Tereza Maria Machado. A criança em idade pré-escolar. Editora Ática S.A., São Paulo, 1994.
DIDONET, Vital. Atendimento ao pré-escolar; educação e psicologia, 3° ed., Brasília, MEC/SEPS, v.1, 1980.

Educação Inclusiva



Educação Inclusiva








Renata alves da silva
unaí - mg
2010






1 Introdução

A Educação Inclusiva é atualmente um dos maiores desafios do sistema educacional.
Os pressupostos da Educação Inclusiva fundamentam vários programas e projetos da educação.
Educação Inclusiva atenta a diversidade inerente à espécie humana, busca perceber e atender as necessidades educativas especiais de todos os sujeitos-alunos, em salas de aulas comuns em um sistema regular de ensino, de forma a promover a aprendizagem e o desenvolvimento pessoal de todos.

2 revisão bibliográfica

2.1 A importância da inclusão na educação

A América Latina caracteriza-se por ser a região mais desigual do mundo. As sociedades são altamente desintegradas e fragmentadas devido a persistência da pobreza e a grande desigualdade na distribuição de renda o que gera altos índices de exclusão. Todos os países vêm realizando importantes esforços para obter o acesso universal a Educação Básica e melhorar sua qualidade e eqüidade, porem, ainda persistem importantes desigualdades educacionais, o que significa que a educação não está sendo capaz, em muitos casos, de romper o circulo vicioso da pobreza, nem de ser um instrumento de mobilidade social. (GUIJARRO, 2005)
Por outro lado, o maior acesso, à educação tem significado uma maior diversidade de alunos na escola, porem, os sistemas educacionais seguem oferecendo repostas homogêneas, que não satisfazem as diferentes necessidades e situações do aluno, o que se reflete em altos índices de reprovação e evasão escolar, que afeta em maior medida às populações que estão em situação de vulnerabilidade. (GUIJARRO, 2005)

2.2 A inclusão é uma questão de direitos

A educação inclusiva aspira fazer efetivos o direito à educação, a igualdade de oportunidades e de participação. O direito de todas as crianças à educação encontra-se consagrado na Declaração dos Direitos Humanos e reiterado nas políticas educacionais dos países; porém, ainda existem milhões de crianças e adultos que não tem acesso à educação ou recebem uma de menor qualidade. Na região da América Latina e o Caribe, o conjunto de meninos e meninas com deficiência constitui um grupo importante para o qual esse direito tem que ser garantido em termos efetivos. (GUIJARRO, 2005)
O direito a participar implica que todos os meninos e meninas tenham direito a serem assistidos nas escolas de sua comunidade, participando nas atividades com todos seus companheiros e no currículo comum tanto quanto seja possível. Todos os meninos e meninas têm o direito a educarem-se em um contexto comum, que assegure sua futura integração e participação na sociedade. (GUIJARRO, 2005)
O direito à educação não significa somente acesso a ela, como também, que essa seja de qualidade e garanta que os alunos aprendam. O direito à educação é também o direito de aprender e desenvolver-se plenamente como pessoa. Para que isso seja possível é fundamental assegurar a igualdade de oportunidades, proporcionando a cada um o que necessita, em função de suas características e necessidades individuais. (GUIJARRO, 2005)
Finalmente, o direito à própria identidade significa assegurar a individualidade de cada sujeito na sociedade, respeitando a cada pessoa pelo que é, e reconhecendo sua liberdade e autonomia. A escola não somente é um espaço fundamental para transmissão da cultura e a socialização como também para a construção da identidade pessoal. (GUIJARRO, 2005)

2.3 A educação inclusiva e o desenvolvimento de valores de justiça

As escolas inclusivas favorecem o desenvolvimento de atividades de solidariedade e cooperação e o respeito e valorização das diferenças, o que facilita o desenvolvimento de uma cultura de paz e de sociedades mais justas e democráticas. (GUIJARRO, 2005)
A educação na diversidade é um meio essencial para desenvolver a compreensão mútua, o respeito e a tolerância, que são os fundamentos do pluralismo, a convivência e a democracia. Por isso, é fundamental que as escolas, que são instâncias fundamentais para a socialização dos indivíduos, ofereçam a possibilidade de aprender e vivenciar esses valores. (GUIJARRO, 2005)
Desde a educação se tem de promover de forma intencional a aceitação e valorização das diferenças de qualquer tipo para “aprender a viver juntos”, o que implica a compreensão do outro como “um outro válido e legítimo” e o desenvolvimento de novas formas de convivência baseadas no pluralismo, o entendimento mútuo e as relações democráticas. A percepção e a vivência da diversidade nos permitem, além disso, construir e reafirmar a própria identidade e distinguir-nos dos outros. O ser humano realiza-se plenamente como membro de uma comunidade e uma cultura, mas também no respeito a sua individualidade, pelo que outro aspecto fundamental da educação tem de ser “aprender a ser”. (GUIJARRO, 2005)

2.4 Mudanças no âmbito das políticas e dos sistemas educacionais

Políticas educacionais e intersetoriais e marcos legais que promovam a inclusão em todas as etapas educacionais. A educação inclusiva tem de ser uma política do Ministério da Educação em seu conjunto, porque implica uma transformação da educação como um todo. Porém, para assegurar a igualdade de oportunidades educacionais é fundamental desenvolver paralelamente programas econômicos e sociais que abordem parte das causas que estão no contrato social. (GUIJARRO, 2005)
Expansão e melhora da qualidade dos programas de educação e cuidado da primeira infância para garantir a inclusão desde os primeiros anos de vida. As crianças com deficiência e em situação de pobreza deveriam ser objetos de atenção prioritária nos programas da primeira infância. (GUIJARRO, 2005)
Maior flexibilidade e diversificação da oferta educativa proporcionando múltiplas opções para que os alunos possam concluir a educação básica em qualquer momento da vida. É necessário conciliar a consolidação da educação formal com geração de alternativas não convencionais que dêem respostas diferenciadas a distintos grupos como crianças nômades, crianças trabalhadoras, crianças de rua ou que vivem em zonas isoladas. Muitos desses alunos terminam abandonando a escola, devido à rigidez da oferta educativa, e ao desajuste entre suas condições de vida e a cultura escolar dominante. (GUIJARRO, 2005)
Currículo amplo e flexível que se possa diversificar e adaptar às diferenças sociais, culturais e individuais. O currículo tem de ser significativo e pertinente para todos os alunos e alunas e não somente para àqueles das escolas e culturas predominantes. Isso significa assegurar uma aprendizagem básica para todos, e adaptar e diversificar o currículo para dar resposta à diversidade de necessidade educacionais do aluno. (GUIJARRO, 2005)
Transformar os sistemas de evolução da qualidade da educação para que considerem as diferenças sociais, culturais e individuais. Uma das barreiras mais importantes que enfrenta a educação inclusiva na região, diz respeito aos sistemas nacionais de evolução da qualidade, baseados fundamentalmente nos ganhos de aprendizagem dos alunos que, em alguns casos, estabelecem um ranking ou comparação entre escolas que têm condições de partida muito diferentes. Essa situação leva que muitas escolas, especialmente as privadas, excluem àqueles alunos que podem ter menos nível de ganho e, portanto podem baixar a classificação da escola. (GUIJARRO, 2005)
Disponibilidade de recurso de apoio para todos os que requeiram. Os professores necessitam apoio para afrontar o desafio de uma escola inclusiva. A maioria dos países contam com uma série de serviços de apoio a escola que são de capital importância para o êxito das políticas educacionais inclusivas. Esses serviços têm de centrar sua intervenção não tanto aos alunos concretos, senão a escola em seu conjunto, orientando aos professores e às famílias para que sejam cada vez mais capazes de atender às necessidades das crianças. (GUIJARRO, 2005)
Formação docente inicial em serviço. A nova perspectiva e a pratica da educação inclusiva implicam mudanças substanciais na pratica educativa. Consequentemente, a formação é uma estratégia fundamental para contribuir para essas mudanças. Todos os docentes têm que ter conhecimentos básicos teórico-práticos em relação __ à atenção a diversidade, a adaptação do currículo, a evolução diferenciada e às necessidades educacionais mais relevantes, associadas a diferentes tipos de deficiência, situações sociais ou culturais. (GUIJARRO, 2005)
Aumentar o financiamento em educação e utilizar estratégias de discriminação positiva. É preciso que os governos garantam a igualdade de oportunidades e as condições básicas que assegurem o adequado funcionamento de todas as escolas em termos de recursos humanos, materiais e didáticos. (GUIJARRO, 2005)

 2.5 Mudanças na prática educacional

Transformar a cultura das escolas para que se convertam em comunidades de aprendizagem e de participação. A inclusão tem de ser um projeto de toda a comunidade educacional e requerer a participação dos pais e da comunidade, já que somente e na medida que seja um projeto coletivo se assegurará que toda a comunidade educacional se responsabilize pela aprendizagem e a participação de todos os alunos. Para garantir a aprendizagem e a participação de todos os alunos, é necessário um trabalho colaborativo entre os professores, entre professores e pais, professores e especialistas e entre os próprios alunos. (STAINBACK, 1999)
Prestar especial atenção aos aspectos afetivos e emocionais: escolas amigáveis. Tem que dar apoio a todos os alunos, valoriza-los e ter altas expectativas a respeito de sua aprendizagem, já que muitas vezes, os professores têm preconceitos que condicionam os resultados dos alunos. Os professores têm que ter claro, que todas as crianças podem aprender e utilizar todos os meios ao alcance de todos que tenham êxito. (STAINBACK, 1999)
Enfoques metodológicos e materiais didáticos que facilitem a aprendizagem e a participação de todos os alunos. A questão central é como organizar as situações de ensino para garantir o maior grau possível de interação e participação de todos os alunos, sem perder de vista as necessidades concretas de cada um. A resposta à diversidade implica a utilização de uma ampla variedade de estratégias metodológicas e a adaptação das tarefas de aprendizagem às possibilidades dos alunos. (STAINBACK, 1999)
Critérios e procedimentos flexíveis de avaliação e promoção. Uma questão crucial é como conciliar um ensino respeitoso das diferenças e dos processos individuais de aprendizagem, com uma avaliação que acaba sendo igual para todos. Dada a perspectiva de uma educação inclusiva, o fim da avaliação não é classificar ou rotular os alunos, mas como identificar o tipo de ajudas e recursos que precisam para facilitar seu processo de ensino-aprendizagem e de desenvolvimento pessoal e social. (STAINBACK, 1999)

2.6 O rol da educação especial no enfoque da inclusão

A perspectiva da inclusão significa avançar para um único sistema educacional que seja mais diversificado, superando a atual separação entre programas e modalidades diferenciados, orientados a diferentes grupos. (STAINBACK, 1999)
Garantir que todas as crianças, jovens e adultos tenham direito à educação, sem exceção, e que seja de qualidade, é uma responsabilidade do Ministério da Educação, em seu conjunto. Não obstante, existem necessidades educacionais especiais cuja satisfação requer a entrada em cena da educação especial, para garantir que isso seja possível. Dada essa perspectiva, a educação especial deveria atender àquelas necessidades educacionais que requerem seus conhecimentos, técnicos e recursos humanos especializados, seja quem for que as apresente. Isso significa que é um complemento para a garantia dos fins da educação, já que sua finalidade é apoiar todos aqueles que, por diferentes causas, experimentam dificuldades de aprendizagem e de participação, para que obtenham um maior grau possível de desenvolvimento, aprendizagem e participação. (STAINBACK, 1999)
Atualmente, existe uma boa porcentagem de alunos que requerem os recursos e ajudas que podem proporcionar a educação especial, mas pelo fato de não apresentarem uma deficiência, não as recebem, o que significa que estão vulnerando seus direitos. Boa parte desses alunos, ao não receberem oportunamente os apoios necessários, vão se afastando cada vez mais do currículo correspondente a sua idade, o que repercute em seus níveis de ganho e auto-estima, e muitas vezes terminam abandonando a escola. (STAINBACK, 1999)
A educação especial não é sinônimo de escola especial, já que também se pode utilizá-la em escola comum. O progressivo avanço da inclusão também significa reconsiderar o rol das escolas especiais, já que estas cada vez escolarizam menos alunos e com deficiências mais severas. A tendência mundial é que os centros de educação especial convertam-se em centros de recursos à comunidade e às escolas comuns. (STAINBACK, 1999)

3 CONCLUSÃO

É necessário de continuar a reforçar o desenvolvimento de um modelo de Educação Inclusiva como caminho inovador, necessário e positivo para a melhoria da Educação para todos os alunos.
A Educação Inclusiva é uma reforma educacional que tem por objetivo a melhoria e promoção do acesso e a eliminação da exclusão. Esta reforma é vista atualmente no âmbito dos direitos educativos dos alunos e deve portanto ser assumida no âmbito da políticas educativas globais e não apenas por um setor ou um grupo.
Continuo acreditando em uma educação pautada na cooperação, na criatividade, na reflexão critica, na solidariedade e preparada para atender a uma diversidade maior de alunos tendo que se adaptar as metodologias diferenciadas e na busca de reconhecimento do outro independente de suas condições sociais, intelectuais ou físicas.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CARDOSO, Maria Cecília Negrini, Ensaios pedagógicos – construindo escolas inclusivas,1 ed. Brasília: MEC, SEESP, 2005
STAINBACK, Susan, Inclusão um guia para educadores, Artmed, 1° ed. Porto Alegre, 1999.

Ergonomia



Ergonomia




Aliny cristina dos santos
Juscely ferreira brandão
Marina dias de oliveira
Renata alves da silva
Tatiana aparecida



Unaí-MG
2010





Introdução

Este trabalho tem como objetivo expor os problemas que são encontrados na sala de aula, a partir da interação do aluno e seu ambiente escolar, tomando como base o estudo da ergonomia.
A ergonomia na educação contribui para o estudo da pratica pedagógica, analisando as adaptações que o aluno e o professor faz ao seu ambiente de trabalho, no caso a sala de aula.
Iremos observar os riscos ergonômicos encontrados na secretaria, e alguns métodos de prevenção.
  
Ergonomia
A ergonomia é o estudo da adaptação do trabalho ao homem. O trabalho não envolve somente o ambiente físico, mas também os aspectos organizacionais de como esse trabalho é programado e controlado para produzir resultados desejados.
Observa-se que adaptação sempre ocorre do trabalho para o homem. A recíproca nem sempre é verdadeira. Ou seja, é muito difícil adaptar o homem ao trabalho. Isso significa que a ergonomia parte do conhecimento do homem para fazer o projeto do trabalho, ajustando-o as capacidades e limitações humanas.
Ergonomia é o estudo do relacionamento entre o homem e o seu trabalho, ambiente e equipamento, e particularmente a aplicação dos conhecimentos de anatomia, fisiologia e psicologia na solução dos problemas surgidos desse relacionamento. (Ergonomics Research Society, Inglaterra).
Para realizar o seu objetivo a ergonomia estuda diversos aspectos do comportamento humano no trabalho e outros fatores importantes para o projeto de sistema do trabalho, que são:
O homem – características físicas, fisiológicas, psicológicas e sociais do trabalhador; influência do sexo, idade, treinamento e motivação.
Máquina – entende-se por máquina todas as ajudas materiais que o homem utiliza no seu trabalho, englobando os equipamentos, ferramentas, mobiliários e instalações.
Ambiente – estuda as características do ambiente físico que envolve o homem durante o trabalho, com a temperatura, ruídos, vibrações, luz, cores, gases e outros.
Informação – refere-se às comunicações existentes entre os elementos de um sistema, transmissões de informações, o processamento e a tomada de decisões.
Organização – é a conjugação dos elementos acima citados no sistema produtivo, estudando aspectos como horários, turnos de trabalho e formações de equipes.
Conseqüências do trabalho – aqui entram mais as questões de controles como as tarefas de inspeção, estudos dos erros e acidentes, além dos estudos sobre gastos energéticos, fadiga e strees.
Os objetivos práticos da ergonomia são a segurança, satisfação e o bem-estar dos trabalhadores no seu relacionamento com sistemas produtivos. A eficiência virá como resultado. Em geral a ergonomia visa, em primeiro lugar, o bem-estar do trabalhador.
Áreas de aplicação: Medicina, psicologia, sociologia, antropologia, antropometria, engenharias, arquitetura, design (produto, gráfico, ambientes, mobiliários, etc.)


Historia da Ergonomia
Em 1857 Jastrezebowisky publicou um artigo intitulado "ensaios de ergonomia ou ciência do trabalho". O tema é retomado quase cem anos depois, quando em 1949 um grupo de cientistas e pesquisadores se reúnem, interessados em formalizar a existência desse novo ramo de aplicação interdisciplinar da ciência.
Em 1950, durante a segunda reunião deste grupo, foi proposto o neologismo "ERGONOMIA", formado pelos termos gregos ergon (trabalho) e nomos (regras). Funda-se assim no início da década de '50, na Inglaterra, a Ergonomics Research Society.
Em 1955, é publicada a obra "Análise do Trabalho" de Obredane & Faverge, que torna-se decisiva para a evolução da metodologia ergonômica. Nesta publicação é apresentada de forma clara a importância da observação das situações reais de trabalho para a melhoria dos meios, métodos e ambiente do trabalho.

Ergonomia no Brasil
A ergonomia no Brasil começou a ser evocada na USP, nos anos 60 pelo Prof. Sergio Penna Khel, que encorajou Itiro Iida a desenvolver a primeira tese brasileira em Ergonomia, a Ergonomia do Manejo. Também na USP, Ribeirão Preto, Paul Stephaneek introduzia o tema na Psicologia. 
Nesta época, no Rio de Janeiro, o Prof. Alberto Mibielli de Carvalho apresentava Ergonomia aos estudantes de Medicina das duas faculdades mais importantes do Rio, a Nacional (UFRJ) e a ciencias Médicas (UEG, depois UERJ); O Prof. Franco Seminério falava desta disciplina, com seu refinado estilo, aos estudantes de Psicologia da UFRJ. O  maior impulso se deu  na COPPE, no início dos anos 70, com a vinda do Prof. Itiro Iida para o Programa de Engenharia de Produção, com escala na ESDI/RJ. Além dos cursos de mestrado e graduação, Itiro organizou com Collin Palmer um curso que deu origem ao primeiro livro editado em português.

Lesões resultantes de condições ergonômicas
As lesões resultantes de condições ergonômicas inadequadas são conhecidas como Lesões por Esforço Repetitivo (LER), Distúrbios Ósteo-musculares Relacionados ao Trabalho (DORT) ou Lesões por Movimentos Repetitivos (LMR). As causas para estas lesões são o trabalho prolongado envolvendo movimentos repetitivos, movimentos forçados e posturas incômodas. As LER são lesões dolorosas e freqüentemente incapacitantes, que afetam principalmente os punhos, costas, pernas, ombros, pescoço, músculos e articulações.
Condições ambientais adequadas são importantes para o completo bem estar dos trabalhadores e a produtividade.
Uma área de trabalho que é muito fria ou muito quente, pouco iluminada, barulhenta, pouco ventilada, ou com odores desagradáveis, causa aborrecimento, stress, fadiga, cansaço visual, dor de cabeça e outros problemas. Em casos extremos, um ambiente inadequado no escritório pode causar doenças.
As lesões e doenças relacionadas com condições ergonômicas inadequadas podem ser prevenidas, fazendo com que o local e a organização do trabalho se ajuste às necessidades físicas e mentais de cada trabalhador individualmente.

Métodos e Técnicas
A Ergonomia utiliza métodos e técnicas científicas para observar o trabalho humano. A estratégia utilizada pela Ergonomia para apreender a complexidade do trabalho é decompor a atividade em indicadores observáveis (postura, exploração visual, deslocamento). A partir dos resultados iniciais obtidos e validados com os operadores, chega-se a uma síntese que permite explicar a inter-relação de vários condicionantes à situação de trabalho.

Técnicas utilizadas na análise do trabalho
Pode-se agrupar as técnicas utilizadas em Ergonomia em técnicas objetivas e subjetivas.
• Técnicas objetivas ou diretas: - Registro das atividades ao longo de um período, por exemplo, através de um registro em vídeo. Essas técnicas impõem uma etapa importante de tratamento de dados.
• Técnicas subjetivas ou indiretas:- Técnicas que tratam do discurso do operador, são os questionários, os check-lists e as entrevistas. Esse tipo de coleta de dados pode levar as distorções da situação real de trabalho, se considerada uma apreciação subjetiva. Entretanto, esses podem fornecer uma gama de dados que favoreçam uma análise preliminar.
Deve-se considerar que essas técnicas são aplicadas segundo um plano preestabelecido de intervenção em campo, com um dimensionamento da amostra a ser considerado em função dos problemas abordados.


RISCOS ERGONÔMICOS
Estes riscos são contrários às técnicas de ergonomia, que exigem que os ambientes de trabalho se adaptem ao homem, proporcionando bem estar físico e psicológico.
Os riscos ergonômicos estão ligados também a fatores externos (do ambiente) e internos (do plano emocional), em síntese, quando há disfunção entre o indivíduo e seu posto de trabalho.


Ergonomia e Pedagogia
A ergonomia estuda a adequação do trabalho ao ser humano e pode contribuir para a melhoria de processos, produtividade, ambiente de trabalho, dentre outros.
A ergonomia em educação ainda é um campo de estudo que tem muito a contribuir no que se refere à prática pedagógica.
Neste sentido, devemos observar como a ergonomia se relaciona com a educação e quais as contribuições que ela pode proporcionar ao ambiente escolar e, consequentemente, como pode ajudar a melhorar o rendimento escolar do aluno e a qualidade do trabalho do professor.
Assim, é tarefa da Ergonomia Educacional, ser um referencial para implementar ações pedagógicas que constituem a base do Programa de Conscientização Postural na Escola (PCPE). Aplicados aos fundamentos, conceitos, referencial teórico e metodológicos da Pedagogia Postural.
O Conceito da Pedagogia Postural tem por objetivo desenvolver nas Escolas, com apoio do Programa de Conscientização Postural na Escola (PCPE), palestras educativas que possam gerar consciência crítica acerca dos problemas que afetam a postura corporal dos alunos, alterando sua estrutura musculoesquelética e, servindo de instrumento para prevenção de lesões e dores associadas que podem comprometer o rendimento escolar.
Neste sentido, apoiado nos fundamentos da Pedagogia Postural, procuramos discutir, analisar e mostrar aos alunos posturas corretas que devem ser adotadas para uma melhor interação com os instrumentos pedagógicos que diariamente os jovens utilizam, tais como: o mobiliário escolar, a mochila, o computador, como pegar e transportar objetos pesados, situações do dia-a-dia, etc.
A Pedagogia Postural tem como objetivo a reflexão, ordenação, a sistematização e a construção crítica de conceitos que levem a uma conscientização postural ampla.
Ao relacionar-se ambiente escolar e postura, observa-se que a problemática é bem diversificada. As crianças e os adolescentes permanecem por um período de quatro a seis horas nas instituições escolares, convivendo com dificuldades ergonômicas no mobiliário com disposição e proporções inadequadas e, no transporte do material escolar. A exposição dos estudantes as acomodações inadequadas do meio escolar faz com que surjam problemas relacionados à postura dos mesmos.
Hoje se sabe que quanto mais precoce for à intervenção, maior a possibilidade de recuperação, evitando-se a instalação de desvios posturais que podem comprometer a saúde e, consequentemente, o rendimento escolar do aluno.

Riscos Ergonômicos na Secretaria
As secretarias são os locais com mais casos de registros de doenças profissionais e/ou ocupacionais como LER e DORT.
§         Exigência de postura inadequada;
§         Utilização de mobiliário inadequado;
§         Imposição de ritmo excessivo;
§         Jornada de trabalho prolongada turno noturno;
§         Monotonia e repetitividade.
Além destes riscos as condições de avaliação do ambiente de trabalho fazem parte da ergonomia também:
       Nível de iluminação
       Temperatura
       Ruído
       Reflexos
       Stress físico e ou psíquico
A exposição do trabalhador ao risco gera o acidente. Cuja as conseqüências nesse caso tem efeito mediato. Ou seja, ele se apresenta de maneira acumulativa como se a cada exposição ao risco, um pequeno acidente imperceptível estivesse ocorrendo e as consequências deste tipo de acidente são as doenças profissionais ou ocupacionais.
Dores de cabeça e irritação nos olhos também são sintomas relacionados ao uso do computador decorrência da fadiga visual.

Stress
A maioria dos estudos concordam que o aparecimento do estresse é resultante da interação entre o trabalhador e as condições de trabalho e que determinadas condições de trabalho são estressantes para a maioria das pessoas.

Requisitos gerais para prevenção do stres no trabalho:
§  Evitar situações de sobrecarga ou subcarga de trabalho;
§  Evitar acumulação de tarefas repetitivas;
§  Evitar pressão indevida de tempo;
§  Possibilitar variação e alternância de tarefas;
§  Evitar conflitos de papéis e responsabilidades no trabalho;
§  Melhorar a comunicação, propiciar adequada informação e retorno sobre o resultado do trabalho;
§  Propiciar oportunidades de interação entre trabalhadores;
§  Organizar o trabalho de maneira a propiciar estímulo e oportunidades para os trabalhadores desenvolverem suas habilidades e potencialidades;
§  Propiciar aos trabalhadores oportunidades de participar nas decisões das ações que afetam suas tarefas;

COMPORTAMENTO AGRESSIVO
Esteja atento a mudanças de comportamento dos companheiros de trabalho, isso pode significar problemas sérios.
        Depressão, acessos de raiva e ameaças devem ser levados a sérios e relatados imediatamente.
        Nunca enfrente alguém que esteja com raiva ou  agindo de  maneira ameaçadora. Mantenha-se calmo e fale suavemente e tranqüilamente, enquanto sai da área.
        Confie em seus instintos. Se uma situação lhe deixa apreensivo vá até uma área segura e relate imediatamente suas impressões
        Quando surgir disputas ou problemas, direcione sua atenção à situação gerada e não a pessoa.

Trabalhar com computador e vídeo
A finalidade da possibilidade de ajuste ergonômico do posto de trabalho com a utilização de computador e vídeo evitar ao usuário os problemas que podem lhe ocasionar o emprego habitual e prolongado destes equipamentos (transtornos visuais e oculares, fadiga mental, doenças ou dores nas costas, pescoço, mãos, etc), assim como aumentar seu bem estar e eficiência na realização de sua tarefa.

Regras básicas para usuários de computadores
§      O monitor deve estar com sua parte superior ao nível dos olhos
§      A distância do monitor e o operador devem ser equivalente á extensão do braço.
§      Ajustar o monitor de maneira a evitar os reflexos da iluminação
§      Os pés devem estar apoiados no chão ou em um suporte
§      Os pulsos devem estar relaxados, porém sem estarem flexionados.
§      Se há entrada de dados deve-se usar suporte para os documentos
§      O usuário deve fazer pausas regulares para descanso


A adoção desses procedimentos irá contribuir para um trabalho mais seguro


  PARA PREVENIR QUEDAS
          Nunca improvise escadas com caixas, prateleiras ou cadeiras. Use sempre um tamborete ou escada para alcançar qualquer coisa que não esteja ao seu alcance.
          Verifique se a escada ou tamborete esta em perfeitas condições antes de usá-los.

CUIDADOS E AÇÕES
         Feche as gavetas e extensões de mesas quando não estiver em usando.
         Não se posicione com cabelos soltos e roupas largas próximo às máquinas.
         Tenha cuidado com cortadores de papel e outras ferramentas afiadas.

INCÊNDIO
Previna-se e proteja-se contra incêndio
         Mantenha colas, produtos de limpeza e polimento, removedores, solventes e outros produtos inflamáveis longe de chamas e faíscas e não fume quando usa-los.
         Nunca jogue fósforos recém usados e pontas de cigarro no lixo do escritório.
         Mantenha papéis e outros produtos longe de aquecedores, fornos e outras fontes de calor.

COMO PROTEGER-SE EM CASO DE INCÊNDIO

    Mantenha as saídas de emergência desbloqueadas. Ao primeiro sinal de incêndio ligue para o corpo de bombeiro ative o sistema de alarme, use a saída mais próxima e segura.
    Se for um pequeno foco de incêndio use um extintor, se você estiver treinado para isso. Se o incêndio for de grande proporção, abandone a área imediatamente pela saída de emergência mais próxima.

RISCO COM MATERIAIS ELÉTRICOS
        Fique atento a fios desencapados, soltos ou partidos e tomadas ou plugs danificados comunique sempre que encontrá-los.
        Se o equipamento ou fiação esquentar, avise sobre o problema imediatamente para que seja verificado.
        Mantenha líquidos longe dos equipamentos elétricos.
        Verifique um equipamento antes de instalá-lo.
        Desligue cafeteiras, lâmpadas, aquecedores portáteis e outros equipamentos quando não estiver em uso.
        Desconecte aparelhos elétricos puxando a tomada e não o fio. Não sobrecarregue as tomadas.



Conclusão
A ergonomia é um estudo das adaptações do homem com o seu trabalho, levando em conta as condições, ambientais, físicas e organizacionais. Ela tem o objetivo de garantir a segurança e bem-estar dos trabalhadores.
Atualmente a ergonomia esta presente em vários campos de estudo como a medicina, engenharia, arquitetura, design, inclusive no campo da pedagogia.
A ergonomia se relaciona no campo da educação analisando: o ambiente escolar, a postura, o stress dos alunos, para que assim, os educadores possam trabalhar os diversos problemas referentes às carteiras, mochilas, as salas de informática, etc. buscando prevenir inúmeros problemas físicos e emocionais que poderão surgir.
Ao observarmos a secretaria, constatamos os inúmeros perigos que o homem esta sujeito, a partir do seu contato com o computador, além de estresse, seja com papéis ou no atendimento a clientela.

A INFLUÊNCIA DAS DIVERSAS MÍDIAS NA FORMAÇÃO DO INDIVIDUO

A influência das diversas mídias na formação do individuo




Gislene Aparecida A. Ribeiro

Unaí - MG
2010
Programas que mais assiste

Fantástico
Jornal Nacional
Record News
Zorra Total
Casseta e Planeta
Jornal da Globo
Sem Censura
Programa Nós
Cocorico
Globo Repórter
Novelas
Desenhos
Viola Minha Viola
MG TV


Globo Repórter

É um programa com reportagens diversificadas. Assistindo este programa temos a oportunidade de conhecer diversos lugares e culturas diferentes é um programa voltado a toda família não vejo pontos negativos.

Novelas

É uma programação interessante, pois muitas vezes nos faz reviver o passado com novelas de época, outras discutem assuntos dos dias atuais.
Novelas têm um poder de manipulação muito grande. Ex: se tem um casal de personagens eles têm brigas e um começa a trair, sempre torcemos para que separem e que fiquem com a outra, na vida real o sentido de família não é esse. Sempre queremos que os vilões se de mal, mas nunca devemos pagar o mal com mal. É um tipo de programação que acho que deveria ser voltada para maiores de 18 anos.

Cocorico

É um programa infantil voltado para crianças de 01 a 08 anos. Acho interessante porque além de ser educativo é voltado para a natureza, trabalha muito a conscientização, são fantoches, mas tem personagens lindos, isso faz com que as crianças que vivem em grandes centros urbanos, que nunca tiveram contato com animais, nunca se quer ficaram de pés no chão. Não vejo pontos negativos neste programa.



A influência das diversas mídias na formação do individuo

Os avanços tecnológicos, globalização a busca incessante por facilitar cada vez mais a vida com isso vieram os grandes mais a vida, com isso vieram as grandes invenções e hoje talvez nem conseguimos nos imaginar sem um rádio, televisão, jornal, revista, etc.
Hoje podemos ao mesmo tempo conversar com pessoas que estão no Japão. Há um tempo atrás enviávamos uma carta ao sul do Brasil demorava meses para chegar.
Com tudo isso as vantagens e as desvantagens. A vida esta mais corrida valorizamos mais os bens materiais, olhamos mais para o externo das pessoas sem ver que o mais importante é o interno. A TV nos manipula o tempo todo. Quantas vezes deixamos afazeres para depois, para assistirmos a novela ou um programa favorito.
Devemos ter controle da situação e não deixarmos ser influenciados pela mídia, temos que saber aproveitar só o lado positivo como o grande campo de informações que ela nos oferece. Hoje podemos fazer compras sem sair de casa, enquanto que uma caminhada faz um bem enorme a saúde.

Orientações Didáticas







Orientações didáticas







Aliny cristina dos santos
Isamar ramos
Juscely ferreira brandão
Marina dias de oliveira
Renata alves da silva
Tatiana aparecida



Unaí-MG
2010





SUmÁRIO

1
INTRODUÇÃO......................................................................................
03
2
REVISÃO BIBLIOGRÁFICA.............................................................
04
2.1
Ensinar exige respeito à autonomia do ser educando.........................
04
2.2
O professor e as barreiras da diversidade..............................................................
04
2.3
A importância da interação e cooperação na sala de aula.................
05
2.4
Condições para um aprendizado de qualidade......................................................
06
2.5
Distribuição do tempo na sala de aula....................................................................
08
2.6
Um adequado espaço escolar...................................................................................
08
2.7
A escolha dos materiais didáticos............................................................................
08
2.8
Capacidades a serem desenvolvidas no ensino fundamental................................
10
3
CONCLUSÃO...........................................................................................................
12

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...................................................................
13


1 INTRODUÇÃO

Este trabalho tem o intuito de demonstrar a importância das orientações didáticas para formação do aluno. O professor é o mediador na interação do aluno com os objetos de aprendizagem, é com o professor que o aluno constrói uma concepção de aprendizado. Podendo perceber que as orientações didáticas estabelecem um tratamento, conforme sua área indicada. Assim, a orientação didática tem a possibilidade de corresponder ás necessidades de cada área, enfocando sempre no ensinar e aprender.
O objetivo do PCNs é incluir as orientações didáticas para ensinar melhor, pois cada aluno é diferente do outro, cada um tem sua maneira de aprender e com um espaço escolar, materiais adequados, interação e cooperação entre aluno e professor essa aprendizagem se torna cada vez melhor.



2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA


2.1 Ensinar exige respeito à autonomia do ser educando


O respeito à autonomia de cada um e à dignidade é um imperativo ético e não um favor que podemos ou não conceder uns aos outros. O professor que desrespeita a curiosidade do educando, o seu gosto estético, a sua inquietude, a sua linguagem, mais precisamente, a sua sintaxe e a sua prosódia; tanto quanto o professor que se exime do cumprimento de seu dever de propor limites á liberdade do aluno, transgride os princípios fundamentalmente éticos de nossa existência. É neste sentido que o professor autoritário, que por isso mesmo afoga a liberdade do educando, amesquinhando o seu direito de estar sendo curioso e inquieto, tanto quanto o professor licencioso rompe com a radicalidade do ser humano – a de sua inconclusão assumida em que se enraíza a eticidade. È neste sentido também que a dialogicidade verdadeira, em que os sujeitos dialógicos aprendem e crescem na diferença, sobretudo, no respeito a ela, é a forma de estar sendo coerentemente exigida por seres que, inacabados, assumindo-se como tais, se tornam radicalmente éticos. È preciso deixar claro que a transgressão da eticidade jamais pode ser vista ou entendida como virtude, mas como ruptura com a decência. Saber que devo respeito à autonomia e à identidade do educando exige de mim uma prática em tudo coerente com este saber.
FREIRE (2009)
Nos Parâmetros Curriculares Nacionais a autonomia é tomada ao mesmo tempo como capacidade a ser desenvolvida pelos alunos e como princípio didático geral, orientador das práticas pedagógicas.
Este é o sentido da autonomia como princípio didático geral: uma opção metodológica que considera a atuação do aluno na construção de seus próprios conhecimentos, valoriza suas experiências, seus conhecimentos prévios e a interação professor-aluno e aluno-aluno, buscando essencialmente a passagem progressiva de situações em que o aluno é dirigido por outrem a situações dirigidas pelo próprio aluno.


2.2 O professor e as barreiras da diversidade

A diversidade vem sendo um tema muito discutido e relevante e a escola tem um papel extremamente importante, pois é nela que irá se encontrar as mais amplas e complexas culturas.
A escola pode possuir uma clientela
“[...] dos mais sensíveis aos mais pragmáticos, dos mais competitivos aos mais colaborativos, dos mais lentos aos mais rápidos, dos vindos de famílias estruturadas e aos de lares desestruturados”. (PAIM e FRIGERIO, S/D).”
O PCN traz este tema com o intuito de auxiliar o professor a adaptar os seus materiais ao nível de aprendizagem de cada aluno atendendo a diversidade existente no País.
Por isso a escola deve estar atenta e tratar este assunto “diversidade” como elemento essencial para a melhoria da qualidade de ensino e aprendizagem.
De acordo com Carvalho e Kumov (2006): “a escola vivencia um desafio permanente de ensino aprendizagem, no qual os professores são peças fundamentais para a formação dos estudantes”.
O que reforça a atenção que o educador deve ter para com seus alunos. O professor deve estar preparado para as diversas possibilidades de aprendizagem e percepção do aluno e adotar medidas eficazes para melhorar a compreensão e interação entre ambos.
Para Vygotsky citado por Paim e Frigério (S/D): “as crianças são o resultado de suas experiências e da troca com o outro”.
Para compreender seu desenvolvimento é preciso considerar o espaço em que elas vivem, a maneira que constroem significados. (PAIM e FRIGERIO, S/D).
Paim e Frigério (S/D) afirmam que:
“A escola é um dos locais onde o cenário da diversidade se desdobra marcando a vida social brasileira.”
Carvalho e Kumov (2006) dizem que:
O conhecimento desses tipos de diversidades é de importância tanto para a direção e ao corpo de professores, quanto para os estudantes.
Carvalho e Kumov (2006) apontam, ainda, quatro tipos de diversidade mais expressivas na sociedade, são elas:
Diversidade Física: Compreende os aspectos que distinguem os seres como: altura, peso, cor do cabelo, olhos entre outros.
Diversidade Cultural: Relativo aos diversos tipos de cultura existentes e às interferências que geram na sociedade.
Diversidade de Conhecimento: Relativo à velocidade e capacidade de aprendizagem de cada indivíduo.
Diversidade em Última Instância: Compreende os aspectos extremos de diferenças: deficiências e anormalidades.
Desse modo o educador deve atuar em sala de aula levando em conta esses inúmeros tipos de diversidade garantindo condições de aprendizagem a todos os alunos, trazendo aulas dinâmicas que atendam as necessidades dos alunos.

2.3 A importância da interação e cooperação na sala de aula

Um dos objetivos da educação escolar é que os alunos aprendam a assumir a palavra enunciada e a conviver em grupo de maneira produtiva e cooperativa.
A criação de um clima favorável a esse aprendizado depende do compromisso do professor em aceitar contribuições dos alunos (respeitando-as, mesmo quando apresentadas de forma confusa ou incorreta) e em favorecer o respeito, por parte do grupo, assegurando a participação de todos os alunos.
O estabelecimento de condições adequadas para a interação não pode estar pautado somente em questões cognitivas. Os aspectos emocionais e afetivos são tão relevantes quanto os cognitivos, principalmente para os alunos prejudicados por fracassos escolares ou que não estejam interessados no que a escola pode oferecer.
O convívio escolar pretendido depende do estabelecimento de regras e normas de funcionamento e de comportamento que sejam coerentes com os objetivos definidos no projeto educativo. A comunicação clara dessas normas possibilita a compreensão pelos alunos das atitudes de disciplina demonstradas pelos professores dentro e fora da classe.


2.4 Condições para um aprendizado de qualidade

Para um bom aprendizado, é importante a freqüência do aluno na escola, não somente comparecer para marcar presença. O aluno deve perceber que há necessidade em aprender e com orientações didáticas essa aprendizagem se manifesta de forma favorável ao aluno. A observação do professor em sala é recomendável para diversificar sua aula e avaliar as necessidades se cada um, para obter um aprendizado melhor.
Segundo Haydt (1997). A observação é uma das técnicas de que o professor dispõe para melhor conhecer o comportamento de seus alunos, identificando suas dificuldades e avaliando seu desempenho nas várias atividades realizadas e seu progresso na aprendizagem. Através da observação direta dos alunos em atividades cotidianas em aula, o professor pode colher e registrar muitas informações úteis sobre o rendimento escolar.
A atuação do professor precisa ser objetiva em relação à atividade para que o aluno seja capaz de entender e resolver uma tarefa. Contudo o professor deve ser claro em seu propósito perante aos alunos, para que esses desenvolvam pensamentos referentes aos trabalhos propostos. Deve-se propor uma atividade que possibilite ao aluno resolvê-la, e assim eliminando sua dificuldade.
Os alunos, além de conhecer o programa mínimo que devem cumprir na escola, necessitam saber também quais os objetivos gereis da disciplina, ou seja, onde o professor quer que eles cheguem com tal conteúdo (Gonzalez, Dehar, Brunet, Bermann, e Borille, 1987, pág. 45).
Para a superação das dificuldades do ensino é importante a condição humana, a escola é um espaço para um bom desenvolvimento da aprendizagem, pois é através dela que o aluno poderá ter um convívio direto com novos conhecimentos  e diferentes contatos com indivíduos que não são iguais a ele.
Muitas das vezes os fracassos de aprendizagem estar ligado ao medo, com o entendimento de não poder realizar tal tarefa para o professor que não lhe deu ajuda ou de seus colegas. Para Freinet (2002). A interação entre mestre e o estudante é essencial para aprendizagem, e o mestre consegue essa sintonia levando em consideração o conhecimento das crianças, fruto de seu meio.
A dificuldade de aprendizagem é um tema que deve ser estudado, levando em conta os indivíduos que participam, a família, a escola e a sociedade. Não há uma causa única para a dificuldade de aprendizagem, na verdade existem aspectos fundamentais para ser trabalhados e obter um melhor rendimento escolar, segundo Correa (2005). A paciência, o apoio, e o encorajamento prestado pelo professor serão com certeza os impulsionadores do sucesso escolar, do aluno, abrindo-lhe novas perspectivas para o futuro.
O aluno na fase de aprendizagem se desenvolve em vários aspectos, tanto como pessoa na sociedade, como estudante, que aprende a si conhecer, retratando assim sua auto-imagem, de forma que o professor e os colegas colaboram com essa imagem, podendo ser construtiva ou negativa. Se o aluno obtém dificuldades é importantíssima a colaboração do professor, para este alcance o progresso do ensino aprendizagem.
O professor não deve se preocupar somente com o ensinamento, em passar informações para o aluno, uma de suas tarefas é também a de motivação dentro da sala, passando confiança ao aluno.
O bom professor é o que consegue, enquanto fala, trazer o aluno até a intimidade do movimento do seu pensamento. Sua aula é assim um desafio e não uma cantiga de ninar. Seus alunos cansam, não dormem. Cansam porque acompanham as idas e vindas do seu pensamento, surpreendem suas pausas, suas dúvidas, suas incertezas (FREIRE, 1996, pág. 96).
O conhecimento é produto da atividade humana incorporando o social e cultural, o aluno deve respeitar seu professor e criar um vínculo de confiança entre seu professor e seus colegas.
Portanto o aluno, somente busca corresponder ao aprendizado recebido e esse ensino aprendizado só ocorre quando ambas das partes, o professor e o aluno, se unam em um único benefício, gerando um bom clima de trabalho.


2.5 Distribuição do tempo na sala de aula

A consideração do tempo como variável que interfere na construção da autonomia permite ao professor criar situações em que o aluno possa controlar as realizações de suas atividades.
São importantes atividades em que o professor seja somente um orientador dos trabalhos e os alunos façam o planejamento e a execução. O professor irá definir as atividades, estabelecer a organização em grupos, disponibilizar recursos de materiais adequados e definir o período de execução previsto, dentro do qual os alunos serão livres para criarem o que quiserem e tomar suas decisões.
O tempo interfere muito na sala de aula, os alunos sentem-se motivados para a aprendizagem e dispensam mais tempo para tal, quando o assunto é do seu interesse pessoal, isto porque, há diferenças quanto á maneira como cada um lidar com o tempo e com ritmo diário de suas atividades.

2.6 Um adequado espaço escolar
Toda escola é diferente na sua estrutura física, o qual, não foi decisão dos professores: as medidas, os espaços e as determinadas distribuições são fixas. Mas podendo ser possível adaptar os espaços as necessidades educativas das escolas.
Uma sala de aula com carteiras irá dificultar o trabalho em grupo, o diálogo e a cooperação, armários trancados não ajudam a desenvolver a autonomia do aluno e não favorece em seu aprendizado, e da preservação do bem coletivo. A organização do espaço reflete a concepção metodológica adotada pelo professor e pela escola.
É no espaço físico que a criança consegue estabelecer relações entre o mundo e as pessoas, transformando-os em um plano de fundo no qual se inserem emoções, nessa dimensão o espaço é entendido como algo conjugado ao ambiente e vice-versa. Todavia é importante esclarecer que essa relação não se constitui de forma linear. Assim sendo, em um mesmo espaço podemos ter ambientes diferentes, pois a semelhança entre eles não significa que são iguais. Eles se definem que as pessoas constroem entre elas e o espaço organizado (HORN, 2004 pág. 28).

2.7 A escolha dos materiais didáticos

Segundo Paiva (S/D): “o professor tem hoje, à sua disposição uma infinidade de materiais didáticos filiados a abordagens diferentes.”
Rojo (2005):
“Os materiais didáticos, se bem escolhidos e usados, se de qualidade e adequados ao planejamento do professor, são grandes instrumentos de apoio no processo de ensino-aprendizagem.”
Por isso todo material utilizado pelo professor é fonte de informação, o que é necessário que não se prenda a só um tipo de material, mas sim deve diversificar, pois cada conteúdo pode ser tratado de maneira diferente.
Afinal o que é material didático?
Qualquer instrumento que utilizemos para fins de ensino/aprendizagem é um material didático. A caneta que o professor aponta para os alunos, para exemplificar o que seria um referente possível para a palavra caneta, funciona, nessa hora, como material didático. Assim como o globo terrestre, em que a professora de Geografia indica, circulando com o dedo, a localização exata da Nova Guiné. Ou a prancha em tamanho gigante que, pendurada na parede da sala, mostra de que órgãos o aparelho digestivo se compõe, o que, por sua vez, está explicado em detalhes no livro de Ciências. A diferença entre cada um desses recursos é apenas o grau de especialização: a caneta não foi criada para servir de exemplo para a noção de referente, mas, em graus crescentes de especialização e intencionalidade didáticas, o globo, a prancha e o livro, sim. (ROJO 2005)
Rojo (2005) ainda diz que:
Por melhor e mais especializado que seja um material, parte significativa de seu caráter didático decorre dos usos que o professor e aluno, envolvidos em uma situação de ensino/aprendizagem particular, fazem dele. Podemos dizer, então, que a eficácia desses recursos resulta da correta formulação de uma equação entre o seu grau de especialização, o perfil dos sujeitos envolvidos e as características da situação.
De acordo com Paiva (S/D):
“Apesar da imensa quantidade de materiais e de todos os recursos gratuitos na web, espera-se, também, que o professor seja capaz de adaptar e complementar o livro adotado e, até mesmo, de produzir material didático para seu contexto específico.”
No Brasil as políticas do MEC para escolha, compra e distribuição de materiais didáticos aos professores e escolas, é feito por programa ministeriais (PNLD – Programa Nacional do Livro Didático; PNBE – Programa Nacional Biblioteca da Escola; PNLEM – Programa Nacional do Livro Didático para o Ensino Médio).(ROJO, 2005)
Rojo (2005):
“O livro didático está presente cotidianamente na sala de aula e constitui um dos elementos básicos da organização do trabalho docente.”
Em qualquer disciplina, o LD (livro didático) é o material mais orientado pela e para a escrita. A proposta de ensino que ele apresenta é global, com objetivos, conteúdos, textos e atividades formuladas num discurso escrito. Desse modo, o LD é um poderoso recurso de letramento, talvez o principal, entre os disponíveis na escola. (ROJO, 2005).
Bittencourt (2004) afirma que “[...] o livro didático assume ou pode assumir funções diferentes, dependendo das condições, do lugar e do momento em que é produzido e utilizado nas diferentes situações escolares”.
É importante que o professor fique atento a qualidade, coerência e a eventuais restrições que os livros didáticos apresentem, buscando sempre, novos materiais que enfoquem e contribuam para o conhecimento do aluno.
Os materiais didáticos promovem a socialização dos alunos, pois os educandos aprendem algo real e que ocorre no seu ambiente extra-escolar, por isso é necessário a utilização de materiais diversificados, para que o aluno sinta-se inserido no mundo a sua volta.
A utilização das diferentes mídias e linguagens na escola é uma forma de introduzir cada vez mais a participação social e o exercício pleno da cidadania.
A televisão, o cinema, o computador e o vídeo desempenham indiretamente um papel educacional relevante. (ARROIO E GIORDAN, 2006)
Rojo (2005), afirma que ao trabalhar com essas mídias, o educador deve encarar estes recursos não só como:
(a) potencialidades a serem exploradas em termos de diversificação de recursos metodológicos para o ensino de determinados conteúdos ou a consecução de determinados objetivos postos em um currículo, mas também, e com igual importância, deve ser visto também como (b) uma finalidade e como um conteúdo em si de forma articulada e transversal a diferentes conteúdos e objetivos postos no currículo.
Segundo, Arroio e Giordan (2006):
“A informação e a forma de ver o mundo predominante nas sociedades atualmente provêm fundamentalmente da televisão. Ela alimenta e atualiza os universos sensoriais, afetivos e éticos que crianças, jovens e adultos levam para a sala de aula.”
Os meios de comunicação revelam-se particularmente eficazes para desenhar e tecer o imaginário de todo o mundo. Um dos grandes desafios que se apresenta é o de integrar consciente e criticamente a escola, seus alunos e professores, no universo do audiovisual. Educar com essa tecnologia é um desafio permanente. (ARROIO E GIORDAN, 2006)
Arroio e Giordan (2006), afirmam ainda que: a integração de todos estes recursos na sala de aula, além de servir para organizar as atividades de ensino, serve também para o aluno desenvolver a competência de leitura crítica do mundo.

2.8 Capacidades a serem desenvolvidas no ensino fundamental

Os Parâmetros Curriculares Nacionais indicam como objetivos do ensino fundamental que os alunos sejam capazes de:
• compreender a cidadania como participação social e política, assim como exercício de direitos e deveres políticos, civis e sociais, adotando, no dia-a-dia, atitudes de solidariedade, cooperação e repúdio às injustiças, respeitando o outro e exigindo para si o mesmo respeito;
• posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar conflitos e de tomar decisões coletivas;
• conhecer características fundamentais do Brasil nas dimensões sociais, materiais e culturais como meio para construir progressivamente a noção de identidade nacional e pessoal e o sentimento de pertinência ao País;
• conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro, bem como aspectos socioculturais de outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia ou outras características individuais e sociais;
• perceber-se integrante, dependente e agente transformador do ambiente, identificando seus elementos e as interações entre eles, contribuindo ativamente para a melhoria do meio ambiente;
• desenvolver o conhecimento ajustado de si mesmo e o sentimento de confiança em suas capacidades afetiva, física, cognitiva, ética, estética, de inter-relação pessoal e de inserção social, para agir com perseverança na busca de conhecimento e no exercício da cidadania;
• conhecer e cuidar do próprio corpo, valorizando e adotando hábitos saudáveis como um dos aspectos básicos da qualidade de vida e agindo com responsabilidade em relação à sua saúde e à saúde coletiva;
• utilizar as diferentes linguagens — verbal, matemática, gráfica, plástica e corporal — como meio para produzir, expressar e comunicar suas idéias, interpretar e usufruir das produções culturais, em contextos públicos e privados, atendendo a diferentes intenções e situações de comunicação;
• saber utilizar diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos;
• questionar a realidade formulando-se problemas e tratando de resolvê-los, utilizando para isso o pensamento lógico, a criatividade, a intuição, a capacidade de análise crítica, selecionando procedimentos e verificando sua adequação.


CRONOGRAMA:

Apresentação dos componentes do grupo: Aliny Cristina, Isamar Ramos, Juscely Ferreira, Marina Dias, Renata Alves e Tatiana Aparecida.

Juscely Ferreira
Introdução: expor o conteúdo do trabalho em uma pequena abordagem.
Marina Dias
Ensinar exige respeito à autonomia do ser educando: abordar o contexto entre professor/aluno, incentivando o educando a expressar suas opiniões.
Aliny Cristina
O professor e as barreiras da diversidade: demonstrar um contexto de valorização e aprendizagem dos alunos, argumentando as diferenças físicas, culturais, sociais, etc. no ambiente escolar.
Marina Dias
A importância da interação e cooperação na sala de aula: incentivar os alunos a interagir com os colegas sem preconceitos, buscando uma cooperação, fazendo atividades em grupo.
Juscely Ferreira
Condições para um aprendizado de qualidade: incentivar o professor a valorizar seus alunos, de forma que os mesmos tenham uma aprendizagem qualificada.
Tatiana Aparecida
Distribuição do tempo na sala de aula: orientar o professor a organizar o tempo de suas atividades de forma que os alunos se interagem nas aulas.
Tatiana Aparecida
Um adequado espaço escolar: administrar o ambiente escolar, colaborando para uma aula dinâmica e de fácil aprendizagem.
Renata Alves
A escolha dos materiais didáticos: demonstrar aos professores os inúmeros materiais que podem ser utilizados em uma aula, fazendo com que as aulas sejam dinâmicas, criativos e de fácil interação entre professor/aluno.
Isamar Ramos
Capacidades a serem desenvolvidas no ensino fundamental: mostrar os fundamentos dos parâmetros curriculares nacionais para o ensino fundamental, analisando os objetivos das aulas, desenvolvendo nos alunos várias capacidades intelectuais, sociais, políticas, civis, etc.

Vídeo: “O olhar do educador”: Apresentar uma pequena prática a visão de um educador em um contexto escolar.
Renata Alves
Conclusão: observar os aspectos abordados durante a apresentação do trabalho.

Atividades: avaliar o conhecimento dos espectadores sobre os assuntos abordados no decorrer do trabalho.
1)     Fale sobre os tipos de diversidades mais expressivas na sociedade?
2)     Quais os materiais didáticos, você utilizaria em uma aula inesperada. Criando uma aula dinâmica e criativa.

3 CONCLUSÃO

O PCN traz as orientações didáticas como um meio de auxiliar o professor a ministrar uma aula, orientando o desenvolvimento de cidadãos autônomos e participativos na sociedade.
O professor deve ser um observador e assim melhorar o ensino, pois cada um tem uma dificuldade, não sendo igual do outro. Ensinar de forma adequada, não passando dos limites, impondo ao aluno algo que ele não resolva. É nessa fase de aprendizagem que ele se descobre em família, sociedade e como estudante. O professor deve ser um colaborador para o progresso de seu aluno.
Usando recursos adequados o professor cria um meio de socialização do aluno com o mundo a sua volta. Trabalhando sempre com temas reais e de valores significativos o professor auxilia o aluno a se interagir e aceitar o outro com suas diferenças e princípios.
O ambiente escolar também ajuda a desenvolver a aprendizagem do aluno, por isso o professor tem que estar atento ao ministrar o tempo e o espaço de suas atividades, levando em conta que cada aluno é um ser diferente e tem seu tempo de aprendizagem.
O PCN reforça a autonomia, interação, as diversidades, o tempo e o espaço, a aprendizagem, a cooperação e os tipos de materiais, ao ambiente em que o professor se encontra com seu aluno, fazendo que ele se interesse nas aulas.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Apresentação. Educ. Pesqui. [online]. vol.30, n.3, São Paulo Sept./Dec. 2004. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517-97022004000300007&script=sci_arttext acesso 10 de setembro de 2010.


BRASIL, Secretária de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: introdução. 3 ed. Brasília: MEC, vol 1, 1997.

CARVALHO, Mariana Rodrigues; KUMOV, Myrtna Nikolaevna Marangoni. A escola e o quebra-cabeça da diversidade humana: o papel das relações públicas na valorização das peças que formam o todo. Projeto Acadêmico da Universidade Estadual de Londrina; 2006. Disponível em: http://www.portal-rp.com.br/projetosacademicos/servicosemgeral02/0072.pdf acesso em 14 de setembro de 2010.

CORREIA, L.M.; MARTINS, A.P.; Dificuldades de Aprendizagem: Que são? Como entendê-las?. Rio de Janeiro, 2005.

FRENEIT, C.; Uma escola ativa e cooperativa. São Paulo. 2002

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessário à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessário à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2009.

GONZALEZ, Elias Nunes et. al.. Um processo dinâmico e democrático na escola. São. Paulo: Loyola, 1987.

HAYDT, Regina Célia Cajaux. Avaliação do processo ensino aprendizagem. 6° ed. São Paulo: Ática, 1997,

PAIM, Eliane Rosário; FRIGÉRIO, Neide Aparecida. O desafio de trabalhar a diversidade cultural na escola. Artigo da Faculdade Nova Venécia – UNIVEN. S/D Disponível em: http://www.univen.edu.br/revista/n005/O%20DESAFIO%20DE%20TRABALHAR%20A%20DIVERSIDADE%20CULTURAL%20NA%20ESCOLA.pdf acesso: 14 de setembro 2010.

PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira. História do material didático. S/D Disponível em: www.veramenezes.com/história.pdf acesso em 10 de setembro de 2010.

ROJO, Roxane; et. al. Materiais Didáticos: escolha e uso. Ministério da Educação. Boletim 14. Agosto 2005. Disponível em: http://www.tvbrasil.org.br/fotos/salto/series/151007MateriaisDidaticos.pdf acesso em 09 de setembro de 2010.