sábado, 8 de janeiro de 2011

Orientações Didáticas







Orientações didáticas







Aliny cristina dos santos
Isamar ramos
Juscely ferreira brandão
Marina dias de oliveira
Renata alves da silva
Tatiana aparecida



Unaí-MG
2010





SUmÁRIO

1
INTRODUÇÃO......................................................................................
03
2
REVISÃO BIBLIOGRÁFICA.............................................................
04
2.1
Ensinar exige respeito à autonomia do ser educando.........................
04
2.2
O professor e as barreiras da diversidade..............................................................
04
2.3
A importância da interação e cooperação na sala de aula.................
05
2.4
Condições para um aprendizado de qualidade......................................................
06
2.5
Distribuição do tempo na sala de aula....................................................................
08
2.6
Um adequado espaço escolar...................................................................................
08
2.7
A escolha dos materiais didáticos............................................................................
08
2.8
Capacidades a serem desenvolvidas no ensino fundamental................................
10
3
CONCLUSÃO...........................................................................................................
12

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...................................................................
13


1 INTRODUÇÃO

Este trabalho tem o intuito de demonstrar a importância das orientações didáticas para formação do aluno. O professor é o mediador na interação do aluno com os objetos de aprendizagem, é com o professor que o aluno constrói uma concepção de aprendizado. Podendo perceber que as orientações didáticas estabelecem um tratamento, conforme sua área indicada. Assim, a orientação didática tem a possibilidade de corresponder ás necessidades de cada área, enfocando sempre no ensinar e aprender.
O objetivo do PCNs é incluir as orientações didáticas para ensinar melhor, pois cada aluno é diferente do outro, cada um tem sua maneira de aprender e com um espaço escolar, materiais adequados, interação e cooperação entre aluno e professor essa aprendizagem se torna cada vez melhor.



2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA


2.1 Ensinar exige respeito à autonomia do ser educando


O respeito à autonomia de cada um e à dignidade é um imperativo ético e não um favor que podemos ou não conceder uns aos outros. O professor que desrespeita a curiosidade do educando, o seu gosto estético, a sua inquietude, a sua linguagem, mais precisamente, a sua sintaxe e a sua prosódia; tanto quanto o professor que se exime do cumprimento de seu dever de propor limites á liberdade do aluno, transgride os princípios fundamentalmente éticos de nossa existência. É neste sentido que o professor autoritário, que por isso mesmo afoga a liberdade do educando, amesquinhando o seu direito de estar sendo curioso e inquieto, tanto quanto o professor licencioso rompe com a radicalidade do ser humano – a de sua inconclusão assumida em que se enraíza a eticidade. È neste sentido também que a dialogicidade verdadeira, em que os sujeitos dialógicos aprendem e crescem na diferença, sobretudo, no respeito a ela, é a forma de estar sendo coerentemente exigida por seres que, inacabados, assumindo-se como tais, se tornam radicalmente éticos. È preciso deixar claro que a transgressão da eticidade jamais pode ser vista ou entendida como virtude, mas como ruptura com a decência. Saber que devo respeito à autonomia e à identidade do educando exige de mim uma prática em tudo coerente com este saber.
FREIRE (2009)
Nos Parâmetros Curriculares Nacionais a autonomia é tomada ao mesmo tempo como capacidade a ser desenvolvida pelos alunos e como princípio didático geral, orientador das práticas pedagógicas.
Este é o sentido da autonomia como princípio didático geral: uma opção metodológica que considera a atuação do aluno na construção de seus próprios conhecimentos, valoriza suas experiências, seus conhecimentos prévios e a interação professor-aluno e aluno-aluno, buscando essencialmente a passagem progressiva de situações em que o aluno é dirigido por outrem a situações dirigidas pelo próprio aluno.


2.2 O professor e as barreiras da diversidade

A diversidade vem sendo um tema muito discutido e relevante e a escola tem um papel extremamente importante, pois é nela que irá se encontrar as mais amplas e complexas culturas.
A escola pode possuir uma clientela
“[...] dos mais sensíveis aos mais pragmáticos, dos mais competitivos aos mais colaborativos, dos mais lentos aos mais rápidos, dos vindos de famílias estruturadas e aos de lares desestruturados”. (PAIM e FRIGERIO, S/D).”
O PCN traz este tema com o intuito de auxiliar o professor a adaptar os seus materiais ao nível de aprendizagem de cada aluno atendendo a diversidade existente no País.
Por isso a escola deve estar atenta e tratar este assunto “diversidade” como elemento essencial para a melhoria da qualidade de ensino e aprendizagem.
De acordo com Carvalho e Kumov (2006): “a escola vivencia um desafio permanente de ensino aprendizagem, no qual os professores são peças fundamentais para a formação dos estudantes”.
O que reforça a atenção que o educador deve ter para com seus alunos. O professor deve estar preparado para as diversas possibilidades de aprendizagem e percepção do aluno e adotar medidas eficazes para melhorar a compreensão e interação entre ambos.
Para Vygotsky citado por Paim e Frigério (S/D): “as crianças são o resultado de suas experiências e da troca com o outro”.
Para compreender seu desenvolvimento é preciso considerar o espaço em que elas vivem, a maneira que constroem significados. (PAIM e FRIGERIO, S/D).
Paim e Frigério (S/D) afirmam que:
“A escola é um dos locais onde o cenário da diversidade se desdobra marcando a vida social brasileira.”
Carvalho e Kumov (2006) dizem que:
O conhecimento desses tipos de diversidades é de importância tanto para a direção e ao corpo de professores, quanto para os estudantes.
Carvalho e Kumov (2006) apontam, ainda, quatro tipos de diversidade mais expressivas na sociedade, são elas:
Diversidade Física: Compreende os aspectos que distinguem os seres como: altura, peso, cor do cabelo, olhos entre outros.
Diversidade Cultural: Relativo aos diversos tipos de cultura existentes e às interferências que geram na sociedade.
Diversidade de Conhecimento: Relativo à velocidade e capacidade de aprendizagem de cada indivíduo.
Diversidade em Última Instância: Compreende os aspectos extremos de diferenças: deficiências e anormalidades.
Desse modo o educador deve atuar em sala de aula levando em conta esses inúmeros tipos de diversidade garantindo condições de aprendizagem a todos os alunos, trazendo aulas dinâmicas que atendam as necessidades dos alunos.

2.3 A importância da interação e cooperação na sala de aula

Um dos objetivos da educação escolar é que os alunos aprendam a assumir a palavra enunciada e a conviver em grupo de maneira produtiva e cooperativa.
A criação de um clima favorável a esse aprendizado depende do compromisso do professor em aceitar contribuições dos alunos (respeitando-as, mesmo quando apresentadas de forma confusa ou incorreta) e em favorecer o respeito, por parte do grupo, assegurando a participação de todos os alunos.
O estabelecimento de condições adequadas para a interação não pode estar pautado somente em questões cognitivas. Os aspectos emocionais e afetivos são tão relevantes quanto os cognitivos, principalmente para os alunos prejudicados por fracassos escolares ou que não estejam interessados no que a escola pode oferecer.
O convívio escolar pretendido depende do estabelecimento de regras e normas de funcionamento e de comportamento que sejam coerentes com os objetivos definidos no projeto educativo. A comunicação clara dessas normas possibilita a compreensão pelos alunos das atitudes de disciplina demonstradas pelos professores dentro e fora da classe.


2.4 Condições para um aprendizado de qualidade

Para um bom aprendizado, é importante a freqüência do aluno na escola, não somente comparecer para marcar presença. O aluno deve perceber que há necessidade em aprender e com orientações didáticas essa aprendizagem se manifesta de forma favorável ao aluno. A observação do professor em sala é recomendável para diversificar sua aula e avaliar as necessidades se cada um, para obter um aprendizado melhor.
Segundo Haydt (1997). A observação é uma das técnicas de que o professor dispõe para melhor conhecer o comportamento de seus alunos, identificando suas dificuldades e avaliando seu desempenho nas várias atividades realizadas e seu progresso na aprendizagem. Através da observação direta dos alunos em atividades cotidianas em aula, o professor pode colher e registrar muitas informações úteis sobre o rendimento escolar.
A atuação do professor precisa ser objetiva em relação à atividade para que o aluno seja capaz de entender e resolver uma tarefa. Contudo o professor deve ser claro em seu propósito perante aos alunos, para que esses desenvolvam pensamentos referentes aos trabalhos propostos. Deve-se propor uma atividade que possibilite ao aluno resolvê-la, e assim eliminando sua dificuldade.
Os alunos, além de conhecer o programa mínimo que devem cumprir na escola, necessitam saber também quais os objetivos gereis da disciplina, ou seja, onde o professor quer que eles cheguem com tal conteúdo (Gonzalez, Dehar, Brunet, Bermann, e Borille, 1987, pág. 45).
Para a superação das dificuldades do ensino é importante a condição humana, a escola é um espaço para um bom desenvolvimento da aprendizagem, pois é através dela que o aluno poderá ter um convívio direto com novos conhecimentos  e diferentes contatos com indivíduos que não são iguais a ele.
Muitas das vezes os fracassos de aprendizagem estar ligado ao medo, com o entendimento de não poder realizar tal tarefa para o professor que não lhe deu ajuda ou de seus colegas. Para Freinet (2002). A interação entre mestre e o estudante é essencial para aprendizagem, e o mestre consegue essa sintonia levando em consideração o conhecimento das crianças, fruto de seu meio.
A dificuldade de aprendizagem é um tema que deve ser estudado, levando em conta os indivíduos que participam, a família, a escola e a sociedade. Não há uma causa única para a dificuldade de aprendizagem, na verdade existem aspectos fundamentais para ser trabalhados e obter um melhor rendimento escolar, segundo Correa (2005). A paciência, o apoio, e o encorajamento prestado pelo professor serão com certeza os impulsionadores do sucesso escolar, do aluno, abrindo-lhe novas perspectivas para o futuro.
O aluno na fase de aprendizagem se desenvolve em vários aspectos, tanto como pessoa na sociedade, como estudante, que aprende a si conhecer, retratando assim sua auto-imagem, de forma que o professor e os colegas colaboram com essa imagem, podendo ser construtiva ou negativa. Se o aluno obtém dificuldades é importantíssima a colaboração do professor, para este alcance o progresso do ensino aprendizagem.
O professor não deve se preocupar somente com o ensinamento, em passar informações para o aluno, uma de suas tarefas é também a de motivação dentro da sala, passando confiança ao aluno.
O bom professor é o que consegue, enquanto fala, trazer o aluno até a intimidade do movimento do seu pensamento. Sua aula é assim um desafio e não uma cantiga de ninar. Seus alunos cansam, não dormem. Cansam porque acompanham as idas e vindas do seu pensamento, surpreendem suas pausas, suas dúvidas, suas incertezas (FREIRE, 1996, pág. 96).
O conhecimento é produto da atividade humana incorporando o social e cultural, o aluno deve respeitar seu professor e criar um vínculo de confiança entre seu professor e seus colegas.
Portanto o aluno, somente busca corresponder ao aprendizado recebido e esse ensino aprendizado só ocorre quando ambas das partes, o professor e o aluno, se unam em um único benefício, gerando um bom clima de trabalho.


2.5 Distribuição do tempo na sala de aula

A consideração do tempo como variável que interfere na construção da autonomia permite ao professor criar situações em que o aluno possa controlar as realizações de suas atividades.
São importantes atividades em que o professor seja somente um orientador dos trabalhos e os alunos façam o planejamento e a execução. O professor irá definir as atividades, estabelecer a organização em grupos, disponibilizar recursos de materiais adequados e definir o período de execução previsto, dentro do qual os alunos serão livres para criarem o que quiserem e tomar suas decisões.
O tempo interfere muito na sala de aula, os alunos sentem-se motivados para a aprendizagem e dispensam mais tempo para tal, quando o assunto é do seu interesse pessoal, isto porque, há diferenças quanto á maneira como cada um lidar com o tempo e com ritmo diário de suas atividades.

2.6 Um adequado espaço escolar
Toda escola é diferente na sua estrutura física, o qual, não foi decisão dos professores: as medidas, os espaços e as determinadas distribuições são fixas. Mas podendo ser possível adaptar os espaços as necessidades educativas das escolas.
Uma sala de aula com carteiras irá dificultar o trabalho em grupo, o diálogo e a cooperação, armários trancados não ajudam a desenvolver a autonomia do aluno e não favorece em seu aprendizado, e da preservação do bem coletivo. A organização do espaço reflete a concepção metodológica adotada pelo professor e pela escola.
É no espaço físico que a criança consegue estabelecer relações entre o mundo e as pessoas, transformando-os em um plano de fundo no qual se inserem emoções, nessa dimensão o espaço é entendido como algo conjugado ao ambiente e vice-versa. Todavia é importante esclarecer que essa relação não se constitui de forma linear. Assim sendo, em um mesmo espaço podemos ter ambientes diferentes, pois a semelhança entre eles não significa que são iguais. Eles se definem que as pessoas constroem entre elas e o espaço organizado (HORN, 2004 pág. 28).

2.7 A escolha dos materiais didáticos

Segundo Paiva (S/D): “o professor tem hoje, à sua disposição uma infinidade de materiais didáticos filiados a abordagens diferentes.”
Rojo (2005):
“Os materiais didáticos, se bem escolhidos e usados, se de qualidade e adequados ao planejamento do professor, são grandes instrumentos de apoio no processo de ensino-aprendizagem.”
Por isso todo material utilizado pelo professor é fonte de informação, o que é necessário que não se prenda a só um tipo de material, mas sim deve diversificar, pois cada conteúdo pode ser tratado de maneira diferente.
Afinal o que é material didático?
Qualquer instrumento que utilizemos para fins de ensino/aprendizagem é um material didático. A caneta que o professor aponta para os alunos, para exemplificar o que seria um referente possível para a palavra caneta, funciona, nessa hora, como material didático. Assim como o globo terrestre, em que a professora de Geografia indica, circulando com o dedo, a localização exata da Nova Guiné. Ou a prancha em tamanho gigante que, pendurada na parede da sala, mostra de que órgãos o aparelho digestivo se compõe, o que, por sua vez, está explicado em detalhes no livro de Ciências. A diferença entre cada um desses recursos é apenas o grau de especialização: a caneta não foi criada para servir de exemplo para a noção de referente, mas, em graus crescentes de especialização e intencionalidade didáticas, o globo, a prancha e o livro, sim. (ROJO 2005)
Rojo (2005) ainda diz que:
Por melhor e mais especializado que seja um material, parte significativa de seu caráter didático decorre dos usos que o professor e aluno, envolvidos em uma situação de ensino/aprendizagem particular, fazem dele. Podemos dizer, então, que a eficácia desses recursos resulta da correta formulação de uma equação entre o seu grau de especialização, o perfil dos sujeitos envolvidos e as características da situação.
De acordo com Paiva (S/D):
“Apesar da imensa quantidade de materiais e de todos os recursos gratuitos na web, espera-se, também, que o professor seja capaz de adaptar e complementar o livro adotado e, até mesmo, de produzir material didático para seu contexto específico.”
No Brasil as políticas do MEC para escolha, compra e distribuição de materiais didáticos aos professores e escolas, é feito por programa ministeriais (PNLD – Programa Nacional do Livro Didático; PNBE – Programa Nacional Biblioteca da Escola; PNLEM – Programa Nacional do Livro Didático para o Ensino Médio).(ROJO, 2005)
Rojo (2005):
“O livro didático está presente cotidianamente na sala de aula e constitui um dos elementos básicos da organização do trabalho docente.”
Em qualquer disciplina, o LD (livro didático) é o material mais orientado pela e para a escrita. A proposta de ensino que ele apresenta é global, com objetivos, conteúdos, textos e atividades formuladas num discurso escrito. Desse modo, o LD é um poderoso recurso de letramento, talvez o principal, entre os disponíveis na escola. (ROJO, 2005).
Bittencourt (2004) afirma que “[...] o livro didático assume ou pode assumir funções diferentes, dependendo das condições, do lugar e do momento em que é produzido e utilizado nas diferentes situações escolares”.
É importante que o professor fique atento a qualidade, coerência e a eventuais restrições que os livros didáticos apresentem, buscando sempre, novos materiais que enfoquem e contribuam para o conhecimento do aluno.
Os materiais didáticos promovem a socialização dos alunos, pois os educandos aprendem algo real e que ocorre no seu ambiente extra-escolar, por isso é necessário a utilização de materiais diversificados, para que o aluno sinta-se inserido no mundo a sua volta.
A utilização das diferentes mídias e linguagens na escola é uma forma de introduzir cada vez mais a participação social e o exercício pleno da cidadania.
A televisão, o cinema, o computador e o vídeo desempenham indiretamente um papel educacional relevante. (ARROIO E GIORDAN, 2006)
Rojo (2005), afirma que ao trabalhar com essas mídias, o educador deve encarar estes recursos não só como:
(a) potencialidades a serem exploradas em termos de diversificação de recursos metodológicos para o ensino de determinados conteúdos ou a consecução de determinados objetivos postos em um currículo, mas também, e com igual importância, deve ser visto também como (b) uma finalidade e como um conteúdo em si de forma articulada e transversal a diferentes conteúdos e objetivos postos no currículo.
Segundo, Arroio e Giordan (2006):
“A informação e a forma de ver o mundo predominante nas sociedades atualmente provêm fundamentalmente da televisão. Ela alimenta e atualiza os universos sensoriais, afetivos e éticos que crianças, jovens e adultos levam para a sala de aula.”
Os meios de comunicação revelam-se particularmente eficazes para desenhar e tecer o imaginário de todo o mundo. Um dos grandes desafios que se apresenta é o de integrar consciente e criticamente a escola, seus alunos e professores, no universo do audiovisual. Educar com essa tecnologia é um desafio permanente. (ARROIO E GIORDAN, 2006)
Arroio e Giordan (2006), afirmam ainda que: a integração de todos estes recursos na sala de aula, além de servir para organizar as atividades de ensino, serve também para o aluno desenvolver a competência de leitura crítica do mundo.

2.8 Capacidades a serem desenvolvidas no ensino fundamental

Os Parâmetros Curriculares Nacionais indicam como objetivos do ensino fundamental que os alunos sejam capazes de:
• compreender a cidadania como participação social e política, assim como exercício de direitos e deveres políticos, civis e sociais, adotando, no dia-a-dia, atitudes de solidariedade, cooperação e repúdio às injustiças, respeitando o outro e exigindo para si o mesmo respeito;
• posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar conflitos e de tomar decisões coletivas;
• conhecer características fundamentais do Brasil nas dimensões sociais, materiais e culturais como meio para construir progressivamente a noção de identidade nacional e pessoal e o sentimento de pertinência ao País;
• conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro, bem como aspectos socioculturais de outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia ou outras características individuais e sociais;
• perceber-se integrante, dependente e agente transformador do ambiente, identificando seus elementos e as interações entre eles, contribuindo ativamente para a melhoria do meio ambiente;
• desenvolver o conhecimento ajustado de si mesmo e o sentimento de confiança em suas capacidades afetiva, física, cognitiva, ética, estética, de inter-relação pessoal e de inserção social, para agir com perseverança na busca de conhecimento e no exercício da cidadania;
• conhecer e cuidar do próprio corpo, valorizando e adotando hábitos saudáveis como um dos aspectos básicos da qualidade de vida e agindo com responsabilidade em relação à sua saúde e à saúde coletiva;
• utilizar as diferentes linguagens — verbal, matemática, gráfica, plástica e corporal — como meio para produzir, expressar e comunicar suas idéias, interpretar e usufruir das produções culturais, em contextos públicos e privados, atendendo a diferentes intenções e situações de comunicação;
• saber utilizar diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos;
• questionar a realidade formulando-se problemas e tratando de resolvê-los, utilizando para isso o pensamento lógico, a criatividade, a intuição, a capacidade de análise crítica, selecionando procedimentos e verificando sua adequação.


CRONOGRAMA:

Apresentação dos componentes do grupo: Aliny Cristina, Isamar Ramos, Juscely Ferreira, Marina Dias, Renata Alves e Tatiana Aparecida.

Juscely Ferreira
Introdução: expor o conteúdo do trabalho em uma pequena abordagem.
Marina Dias
Ensinar exige respeito à autonomia do ser educando: abordar o contexto entre professor/aluno, incentivando o educando a expressar suas opiniões.
Aliny Cristina
O professor e as barreiras da diversidade: demonstrar um contexto de valorização e aprendizagem dos alunos, argumentando as diferenças físicas, culturais, sociais, etc. no ambiente escolar.
Marina Dias
A importância da interação e cooperação na sala de aula: incentivar os alunos a interagir com os colegas sem preconceitos, buscando uma cooperação, fazendo atividades em grupo.
Juscely Ferreira
Condições para um aprendizado de qualidade: incentivar o professor a valorizar seus alunos, de forma que os mesmos tenham uma aprendizagem qualificada.
Tatiana Aparecida
Distribuição do tempo na sala de aula: orientar o professor a organizar o tempo de suas atividades de forma que os alunos se interagem nas aulas.
Tatiana Aparecida
Um adequado espaço escolar: administrar o ambiente escolar, colaborando para uma aula dinâmica e de fácil aprendizagem.
Renata Alves
A escolha dos materiais didáticos: demonstrar aos professores os inúmeros materiais que podem ser utilizados em uma aula, fazendo com que as aulas sejam dinâmicas, criativos e de fácil interação entre professor/aluno.
Isamar Ramos
Capacidades a serem desenvolvidas no ensino fundamental: mostrar os fundamentos dos parâmetros curriculares nacionais para o ensino fundamental, analisando os objetivos das aulas, desenvolvendo nos alunos várias capacidades intelectuais, sociais, políticas, civis, etc.

Vídeo: “O olhar do educador”: Apresentar uma pequena prática a visão de um educador em um contexto escolar.
Renata Alves
Conclusão: observar os aspectos abordados durante a apresentação do trabalho.

Atividades: avaliar o conhecimento dos espectadores sobre os assuntos abordados no decorrer do trabalho.
1)     Fale sobre os tipos de diversidades mais expressivas na sociedade?
2)     Quais os materiais didáticos, você utilizaria em uma aula inesperada. Criando uma aula dinâmica e criativa.

3 CONCLUSÃO

O PCN traz as orientações didáticas como um meio de auxiliar o professor a ministrar uma aula, orientando o desenvolvimento de cidadãos autônomos e participativos na sociedade.
O professor deve ser um observador e assim melhorar o ensino, pois cada um tem uma dificuldade, não sendo igual do outro. Ensinar de forma adequada, não passando dos limites, impondo ao aluno algo que ele não resolva. É nessa fase de aprendizagem que ele se descobre em família, sociedade e como estudante. O professor deve ser um colaborador para o progresso de seu aluno.
Usando recursos adequados o professor cria um meio de socialização do aluno com o mundo a sua volta. Trabalhando sempre com temas reais e de valores significativos o professor auxilia o aluno a se interagir e aceitar o outro com suas diferenças e princípios.
O ambiente escolar também ajuda a desenvolver a aprendizagem do aluno, por isso o professor tem que estar atento ao ministrar o tempo e o espaço de suas atividades, levando em conta que cada aluno é um ser diferente e tem seu tempo de aprendizagem.
O PCN reforça a autonomia, interação, as diversidades, o tempo e o espaço, a aprendizagem, a cooperação e os tipos de materiais, ao ambiente em que o professor se encontra com seu aluno, fazendo que ele se interesse nas aulas.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ARROIO, Agnaldo; GIORDAN, Marcelo. O Vídeo Educativo: aspectos da organização do ensino. Revista Química Nova na Escola. n° 24, nov.2006. Disponível em: http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc24/eqm1.pdf acesso em: 10 de setembro de 2010.

BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Apresentação. Educ. Pesqui. [online]. vol.30, n.3, São Paulo Sept./Dec. 2004. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517-97022004000300007&script=sci_arttext acesso 10 de setembro de 2010.


BRASIL, Secretária de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: introdução. 3 ed. Brasília: MEC, vol 1, 1997.

CARVALHO, Mariana Rodrigues; KUMOV, Myrtna Nikolaevna Marangoni. A escola e o quebra-cabeça da diversidade humana: o papel das relações públicas na valorização das peças que formam o todo. Projeto Acadêmico da Universidade Estadual de Londrina; 2006. Disponível em: http://www.portal-rp.com.br/projetosacademicos/servicosemgeral02/0072.pdf acesso em 14 de setembro de 2010.

CORREIA, L.M.; MARTINS, A.P.; Dificuldades de Aprendizagem: Que são? Como entendê-las?. Rio de Janeiro, 2005.

FRENEIT, C.; Uma escola ativa e cooperativa. São Paulo. 2002

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessário à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessário à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2009.

GONZALEZ, Elias Nunes et. al.. Um processo dinâmico e democrático na escola. São. Paulo: Loyola, 1987.

HAYDT, Regina Célia Cajaux. Avaliação do processo ensino aprendizagem. 6° ed. São Paulo: Ática, 1997,

PAIM, Eliane Rosário; FRIGÉRIO, Neide Aparecida. O desafio de trabalhar a diversidade cultural na escola. Artigo da Faculdade Nova Venécia – UNIVEN. S/D Disponível em: http://www.univen.edu.br/revista/n005/O%20DESAFIO%20DE%20TRABALHAR%20A%20DIVERSIDADE%20CULTURAL%20NA%20ESCOLA.pdf acesso: 14 de setembro 2010.

PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira. História do material didático. S/D Disponível em: www.veramenezes.com/história.pdf acesso em 10 de setembro de 2010.

ROJO, Roxane; et. al. Materiais Didáticos: escolha e uso. Ministério da Educação. Boletim 14. Agosto 2005. Disponível em: http://www.tvbrasil.org.br/fotos/salto/series/151007MateriaisDidaticos.pdf acesso em 09 de setembro de 2010.

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