terça-feira, 26 de julho de 2011

Inspeção escolar participativa

INSPEÇÃO ESCOLAR PARTICIPATIVA

O pedagogo é concebido como um profissional em condições de atuar conscientemente na coordenação pedagógica, na administração escolar, na gestão de sistemas e na docência, em classes especiais e curso normal. Independente do campo de atuação, o pedagogo deve ter uma compreensão geral da realidade e ser sensível às necessidades do nosso tempo, para possibilitar a formação de cidadãos cada vez mais responsáveis socialmente, favorecendo o trabalho coletivo.
Cabe à Inspeção Escolar assessorar a Direção Pedagógica quanto à metodologia do ensino e prestar contínua assistência didático-pedagógica aos docentes, pois, o mundo está passando, num ritmo acelerado, por grandes transformações e os educadores devem estar à frente dessa nova realidade, com o desafio de transmitir conhecimentos, informações e valores que conduzirão o aluno para uma sociedade mais culta, justa e consciente dos seus direitos e deveres.
O Parecer 252/69 conferiu a todos os cursos de Pedagogia de formar os “especialistas em educação”, começaram a se titular de modo mais específico e sistemático, e em número bem maior, os “Inspetores Escolares”, a característica básica para a formação deste profissional diz respeito à relevância dos procedimentos sobre os objetivos e finalidades, ou seja, ao aspecto tecnicista do atual contexto educacional.
Enfatizamos o aspecto quantitativo pela constatação de que a qualidade só se poderia compreender na formação técnica do especialista, na ótica economicista da produtividade, onde a qualidade se reduz e confunde com o produto quantitativo.
Estabelece-se, pois, que os atores, numa situação social, desempenham papéis sujeitos a regras, têm deveres e obrigações e podem ser sancionados segundo sua maior ou menor eficácia ao executá-los.
Na visão funcionalista, a escola é um sistema social, exigindo, para subsistir, que os papéis estejam claramente diferenciados e designados. Os indivíduos que desempenham papéis devem ser adequadamente treinados e distribuídos entre as diferentes posições.
As relações que diretor, supervisor, orientador, inspetor, professores e alunos mantêm, estão sujeitas a normas que permitem prever a conduta dentro de certos limites. Dessa forma cada um desempenha um papel diferente em relação com o outro: são sempre complementares, sem desempenho contém um aspecto de reciprocidade, pois cada uma destas pessoas, no desempenho do seu papel, pode não adequar seu comportamento às expectativas do papel correspondente.
Repensar, refletir, redefinir e assumir a educação na realidade brasileira é a tarefa mais urgente, em busca de um saber cada vez mais critico, que possibilite condições de desenvolverem cada homens brasileiro o que ele possui de mais humano: o pensar, o sentir e o agir.

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